re.verb

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Papai Noel 2

em dezembro 21, 2010

Continuando a série de dicas re.verb para o Natal, aqui vão algumas dicas para presentes de mulherzinha.

Uma loja

Simultanea, Rua Aspicuelta, 207

Nos últimos anos, Vila Madalena tem virado referência não apenas de bares, botecos e afins, mas também de lojinhas descoladas. Os principais redutos de compras são as ruas Harmonia e Aspicuelta. Na primeira, a começar pela flagship ecossustentável da Farm, notam-se inúmeras lojas de roupas (como a fofinha Dona Pink, a rock’n’roll King 55 e a recém aberta Te Quiero), acessórios (como bolsas e sapatilhas da Lê Sacs e bijouterias – de vidro! – da Rebeca Guerberoff) e decoração (como a Oficina de Agosto, repleta de móveis artesanais brasileiros).

Na Rua Aspicuelta não é diferente: há ótimas opções, como Ronaldo Fraga, Fernanda Yamamoto e, a minha preferida, a Simultanea – assim mesmo, sem acento.

A última está na Vila há um certo tempo, mas também tem raízes em Trancoso e, talvez justamente por isso, mantém vivo o espírito alternativo – sem deixar de lado a qualidade impecável de suas peças. Tudo ali é deliciosamente fresco: sejam os lindos vestidinhos, saias e camisetas de linho e algodão, tingidos ali mesmo, no ateliê nos fundos – cujas estampas sempre são, a um só tempo, lindas, coloridas e sofisticadas –  ou o ambiente arejado e luminoso da loja – sem contar a trilha sonora, sempre repleta de bons nomes da música brasileira.

Vale dizer também que o corte das peças possui algum segredo misterioso, pois veste perfeitamente todos os tamanhos, sejam as menininhas pequeninas, ou os mulherões de plantão. O melhor exemplo desse feito são os vestidos em A, sem mangas e com alças largas; com ou sem bolsos, mais ou menos curtos. A cada estação, inúmeras variações, com as mais diversas estampas são feitas e, inexplicavelmente, tais peças são ao mesmo tempo perfeitas para a praia e para o trabalho.

Por isso, fica aqui a dica para quem não quer se aventurar em shoppings e afins, mas quer roupas estilosas e de extrema qualidade. Depois de passar por lá, uma cervejinha nos bares das redondezas cai ainda melhor.

 

Um batom


Gabrielle, Rouge Coco CHANEL

No famoso post sobre batons vermelhos, comentei sobre este tesouro. É um batom realmente vermelho, daqueles de arrasar quarteirão. Uma vez, estava com ele no Studio SP e, no banheiro, duas mulheres imploraram para que eu lhes emprestasse…outra vez, me pararam na rua para perguntar qual era o nome daquele “vermelho tão lindo”.

Em se tratando de Chanel, a qualidade é sempre excepcional. Quando se fala de batons Chanel, não é diferente; poucos conseguem aliar tão bem altíssima pigmentação a cremosidade, é realmente delicioso de se usar.

Aliás, tamanha é a importância que aquela casa dá aos batons, que, quando da criação de uma das bolsas mais famosas e tradicionais do mundo – a Chanel 2.5. – já havia no interior de cada exemplar um espaço reservado exclusivamente a eles.

Trata-se, portanto, de um presentão…uma declaração de amor à feminilidade. Sortuda de quem receber do Papai Noel algo assim!

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