re.verb

cultura, crítica e tudo o mais

Oi

E, finalmente, estamos de volta. Depois de um – não tão breve – hiato, cá estamos novamente.

Sem ter jamais a pretensão de se fazer profissional, o re.verb até então foi sério na medida em que reproduziu, com o intrínseco compromisso com a verdade, nossas impressões sobre obras culturais que, pensamos, valeriam a pena serem compartilhadas – com amigos; conhecidos e desconhecidos; leitores espalhados por aí.

Falamos muito, sobre muita coisa; e aqueles que nos acompanham há algum tempo, sabem que a imparcialidade nunca foi nosso forte: quando nos apaixonamos por algo, fazemos questão de deixar bem claro. Quando estamos tristes, o texto fala por si.

Também por essa certa “promiscuidade” entre o blog e nossas vidas pessoais, períodos de ausência (i.e. falta de tempo) tendem a ser inevitáveis. Pedimos desculpas… Mas, o que importa, por ora, é que estamos de volta.

re.verb, contudo, volta diferente (e não é só o layout). Para mudar um pouco os ares, e também por questões logísticas, a proposta é um tico diferente: o foco continua sendo nossa missão de reverberar conteúdos culturais que valem a pena, mas, agora, a pegada tende a ser um pouco mais internacional (há agora uma conexão direta Itália-Brasil). Além de dicas literárias, musicais, audiovisuais e todos os outros “ais” a que estão acostumados, queremos unir o útil ao agradável e escrever também sobre dicas e eventos que transcendam a Terra Brasilis.

Esperamos que gostem, e comentários são, sempre, imensamente bem-vindos.

Para esquentar os motores, deixamos pra vocês uma playlist bacaninha com gostinho de pão de queijo; para acalmar a saudade de quem está longe do Brasil, mas também para lembrar aos que permanecem da riqueza da nossa música.

(e este é o link, para quem não conseguir visualizar direto daqui)

Aproveitem. E bem-vindos, de volta.

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Nova era

Disseminar (reverberar) conteúdos interessantes, ajudando a despertar o interesse por cultura em um público cada vez maior é nossa missão aqui no re.verb.

Mais ainda, re.verb, para todos aqueles que aqui estão ou por aqui passaram, sempre foi uma manifestação da união de amigos que, em comum, tivessem o interesse em soltar no mundo suas ideias; em recriar o verbo à nossa maneira e compartilhar com você.

Por isso, não poderia ser maior a satisfação em introduzir uma nova e especialíssima integrante ao time: Dri Rollo (amiga amada; mezzo italiana-mezzo brasileira, corinthiana e cem por cento antenada e alto astral).

A moça também trará, em sua mochila que viajou o mundo e agora pousou no re.verb, novos ares – e seções – ao blog. Aguarde!!

Dri, querida, a casa é sua. Seja muito bem-vinda!

 

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Todos verão…

Nesta semana, começou fevereiro, voltaram as aulas, foi Dia de Iemanjá (odoiá!), o verão finalmente apertou – enquanto o frio castigou outras bandas – e o fim de semana promete.

Como se não bastasse, o re.verb, que ressurgiu com a corda toda, está preparando algumas boas novas para você… Por ora, e como aperitivo, compartilhamos fotos incríveis de mulheres ensolaradas (como as que futuramente figurarão neste blog), que perpetuam o – sagrado – espírito Endless Summer.

Todas as fotos deste post são do She Hits Pause, o mágico estúdio de fotografia de Matt Schwartz, quem fotografa surfistas (substantivo feminino) e todo o universo ao redor delas.

Aproveite e prepare-se: mais calor está por vir.

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Obrigada (2)

Certo dia, ele me falou: “estava pensando sobre uma frase que me disse ontem, e cheguei à conclusão de que seria um bom epitáfio para muita gente”. A frase era: “um dia, ainda vou ter coragem”. Ele era Daniel Piza.

Conheci Daniel na sarjeta da Rua Augusta. Mais precisamente, em uma conversa de dez minutos depois de sua primeira aula do curso de crítica cultural, na Escola São Paulo, em 2010 – ao qual assisti, encantada; neste dia e em tantos outros.

Depois daquele dia, conheci melhor o Daniel professor, que arrebatava qualquer aluno – e especialmente as alunas – com seu brilho no olhar. Ao falar daquilo de que tanto gostava – cultura – carregava todos seus ouvintes para seu mundo: repleto de livros, histórias e idéias. Era um amante da beleza, estivesse ela em uma tela, em uma jogada de futebol, em uma nota musical – preferencialmente saída de um vinil, já que não gostava do som achatado do mp3 – ou simplesmente em uma palavra – achava linda, por exemplo, a sonoridade de palavras terminadas em “im”, como “alecrim”, “Diadorim”.

Daniel, jornalista, fazia questão de falar, de não passar despercebido. Tinha a missão de acrescentar ao banal seu toque pessoal, seus insights, seus aforismos sem juízo…para tanto, não tinha o menor receio de desagradar; fosse quem fosse.

Daniel, companheiro de cerveja, era um menino. Brincalhão, mas atento (divertia-se com opiniões contrárias: certa vez, discutimos acaloradamente sobre a qualidade de Marcelo Jeneci, quem ele achava “girlie demais”); simples, porém sofisticado (poucos conseguem falar sobre literatura japonesa depois de vários chopps).

Daniel, para mim, foi dentre tantas coisas a razão de existir deste blog. Por isto, este texto – o mais doloroso, que jamais pensei em escrever – não é o primeiro (tampouco o melhor) dedicado a ele aqui; a homenagem já estava feita desde sempre.

Este post, portanto, é só mais uma tentativa egoísta de amainar o vazio oco e surdo da perda. Ou, se preferir, é um simples agradecimento por tudo que fez, em tão pouco tempo, aquele que jamais carregará em seu epitáfio – tão absurdamente precoce – a tal frase com a promessa de coragem; porque esta nunca lhe faltou.

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Obrigada

Há uma semana e algumas horas, fomos surpreendidas por uma triste notícia, a morte de Daniel Piza. Para qualquer pessoa que acompanha a cultura e o jornalismo cultural brasileiro, lê sobre esporte ou tem um especial interesse pela literatura nacional foi uma perda sentida, mas se existe um humilde rincão dessa internet que deve uma homenagem a esse escritor e jornalista é o re.verb… Não nos faltam inspirações, referências, mas se eu tivesse que eleger um mentor, não hesitaria em dizer Daniel Piza.
Pessoalmente, o que mais me encantava era sua vocação para equilibrar a paixão de um curioso e a erudição de um intelectual para falar do que se propunha. E por essa característica, ele me deixou com uma séria preocupação no alto dos meus 18 anos: “será que em 22 anos eu consigo dominar qualquer assunto com a destreza que esse cara domina tantos?”. E mais do que interessado, ele sempre me pareceu disposto. Disposto e acessível para uma bo(b)a conversa (com uma interlocutora mais ainda), como a que tivemos sobre o centésimo gol de Rogério Ceni, convertido sobre o amado Corinthans de Piza.
Sempre correndo, depois do programa na rádio Eldorado, Piza me abriu uma janela para o mundo de E.B. White, The Espectator, Bernard Shaw, Carpeaux e reforçou a importância de manter a curiosidade pela vida. Acho que não poderia fazer mais do que reler minhas anotações e esquadrinhar os textos que ele nos indicou para homenageá-lo de forma singela. Mas não poderia deixar de registrar aqui: obrigada, Daniel Piza.

Hoje, no Caderno 2, o Estadão fez uma justa e muito mais completa homenagem sobre esse grande cara.

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And…we’re back

Como prometido, estamos de volta. Nosso “hiato” foi por tempo indeterminado, mas breve.

E, não, nenhuma epifania ocorreu nestes dias de ausência; o re.verb continuará a falar daquilo que fala melhor, e mantém a missão de reverberar (em textos com mais de 140 caracteres) pedacinhos do conteúdo cultural de qualidade que surge por aí.

Antes de voltar de vez, gostaria apenas de agradecer – e muito – todos aqueles que sentiram falta do blog.

Não é fácil correr atrás de coisas novas e interessantes para mantê-lo atualizado (e ao mesmo tempo trabalhar, fazer ginástica, levar o carro para consertar, sair com os amigos, etc), mas a satisfação de saber que o re.verb acrescenta algo (nem que seja uma nova música na playlist) e que sua falta foi sentida é o melhor incentivo para continuar.

Dito isso, vamo que vamo!

Reverberemos!

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be back soon

 

 

saímos para dar uma espairecida…
mas voltamos logo!

 

 

 

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Por que reverberar?

Por que fazer este blog?

Esta é uma pergunta justa, que já me fiz – e me fizeram – algumas vezes. Há algumas respostas, mas a principal está na ponta da língua: toda vez que alguém me diz que ouviu uma banda que até então desconhecia, leu um livro indicado, ou assistiu a um filme por que viu no blog, ganho meu dia. Simples assim.

Isso porque ajudar a disseminar cultura é uma das missões mais gratificantes com que posso me comprometer – e tudo neste blog, a começar do nome, vem daí.

Por essa razão, àqueles que podem ajudar, à sua maneira, a reverberar ainda mais o re.verb, serei sempre muito grata.

Hoje, toda minha gratidão vai a uma pessoa em especial, Eduh Marzionna. Um talentosíssimo e amado amigo designer (confira seu incrível portfólio aqui) que me deu os seguintes presentes:

Hoje, para completar, chegaram às minhas mãos os primeiros cartões de visita com a arte do Eduh e com a cara do re.verb.

Afora a emoção que senti ao abrir as caixinhas, sinto que esses cartões podem ser verdadeiros aliados da missão do re.verb, ajudando a espalhar ainda mais o conteúdo que achamos que vale a pena ser compartilhado.

Reverberemos!


E, Dudu, meu muito obrigada, do fundo do coração.

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It’s your party…

Perdoem a “invasão” (apesar de ser citada como co-autora deste blog, vocês já perceberam que a minha presença por aqui é quase nula, né?), mas precisava fazer um post-homenagem porque hoje é um dia muito especial!

Hoje é o aniversário da estrela deste blog, Florinha querida!!! Não podíamos deixar esta data passar em branco, portanto Fló, aceite esta humilde homenagem e, queridos leitores e amigos, show your love nos comentários!

E como um dos assuntos preferidos deste blog (e desta que vos fala) é certamente a música, deixo aqui a minha trilha sonora preferida para aniversários (versão original, com dancinha pra todo mundo aprender):

Beijos!

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Reverberando

 

Lembra daquela nossa playlist 40 graus? Pois é, ela deu cria. E não foi em qualquer lugar não…foi no Natura Musical!

Bacanérrimo, né?


Espia lá!

É nóis no Natura. Reverberando…

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