re.verb

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Imagem e som

Rock saved my life”.

Esta é a frase estampada em uma das minhas camisetas preferidas.

Sem prejuízo de qualquer crença, ou religião, quero crer que a música – e, por que não, em especial o bom e velho rock’n’roll, é dos melhores antídotos para quaisquer males.

Se partirmos desse pressuposto e considerarmos, então, que uma imagem vale por tantas outras palavras, que tal sarar de vez – seja do que for – unindo visual e som em alguns trabalhos de primeira, que, homenageando grandes nomes do cenário musical, esbanjam criatividade?

Adam de la Mare

Adam de la Mare

Adam de la Mere

Richard Pattenden

Richard Pattenden

Richard Pattenden

Zomboy

Zomboy

Natalie Tyler

Natalie Tyler

Rosalin

Rosalin

Música em pixels – oh yeah!

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Cada um com seu filme

A experiência de se assistir a um filme é sempre algo muito particular. A mesma obra causa, em cada espectador, reações distintas e, inevitavelmente, as cenas e situações retratadas causam maior ou menor impacto na medida em que remetem a vivências daquela pessoa em especial.

Cada filme, portanto, gera uma lembrança única naquele a que o assiste. O designer e fotógrafo sueco Viktor Hertz levou adiante a idéia de retratar sua percepção de certas obras cinematográficas e criou, em preto e branco, pôsteres minimalistas e espertíssimos com alguns símbolos marcantes dessas obras.

Sintetizando o que importa de cada filme melhor do que muita resenha por aí…

(Gostou? Relembre os pôsteres geniais de Vahram Muratyan, sobre símbolos de Paris e Nova Iorque que mostramos outro dia aqui no re.verb).

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Paris versus New York

A união de símbolos novaiorquinos e parisienses no mundo das artes não se resumiu à clássica cena de Acossado (À Bout de Souffle, de Jean-Luc Godard), na qual a americaninha com cara de francesa (Jean Seberg), ao lado de seu beau (Jean-Paul Belmondo), brada graciosamente: “New York Herald Tribune, New York Herald Tribune… ” em plena Champs-Elysées.

Um francês “amante de Paris que vaga por Nova Iorque”, o designer Vahram Muratyan, lançou mão de estereótipos, clichês e personalidades típicos de cada uma dessas metrópoles e, em uma série de ilustrações intitulada Paris vs New York, os retrata, lado a lado, de uma maneira minimalista, simbólica, colorida e genial.

É impossível não reconhecer o que ali se retrata e, mais difícil ainda, não sorrir diante de sacadas tão incríveis.

c’est magnifique!/it’s fucking awesome!

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